março 20, 2016

As consequências de uma sociedade pouco informada...


Bom, ohayou! [nota: isto não é bem um novo layout, só mudei o tema para comemorar a primavera]

O post de hoje será irritantemente reflexivo e longo, mas de importância extrema, PORTANTO LEIAM NEM QUE DEMOREM UM ANO! Comecei a escrever há semanas, mas vou deixar estar toda a introdução que fiz na altura a partir de AGORA ||| Estou a escrever isto ás 6h45 da manhã, já que eu acordo sempre bem antes de as aulas começarem para adiantar algumas coisinhas minhas, e o post de hoje veio em sequência de uma pequena frustração de ontem. É dia 19 de Fevereiro, mas provavelmente não irei publicar isto hoje por tratar de representatividade, algo de que falei muito recentemente - e vocês sabem que eu tenho a mania de intercalar assuntos. Este é um post onde falarei um pouco mais da questão LGBT+ e trarei alguns detalhes que não ficaram particularmente claros {neste post - quem não sabe nada do que aí está pouco perceberá sobre este post}, acompanhados de curiosidades. 

Mas então, porquê o título do post? Porque, mesmo com uma boa intenção, uma sociedade pouco informada acaba fazendo asneira. Ontem houve, nas minhas aulas de inglês, a apresentação de um trabalho em que a rapariga falava, supostamente, de LGBT+, mas disse tanta coisa errada que eu nunca saberia por onde começar a corrigir. Pior: parecia que ninguém tinha detetado os erros, incluindo a stôra, então eu optei por ficar caladinha e não estragar a apresentação dela, dizendo que nem o conceito-base estava bem definido. Mas foi realmente uma situação frustrante, ver toda a gente sentir-se apoiante dos movimentos lgbt+ sem que percebessem o mínimo sobre o assunto, ver toda a gente tentar aceitar pessoas sobre as quais nunca se informaram, nunca tentando saber nada sobre os outros para tentar compreendê-los melhor. E eu ali, que sabia tanto e tinha tanto para corrigir, a explodir para dentro, de boca cerrada, cabisbaixa, porque só ver um assunto tão importante para mim de tal forma espezinhado arruinou os meus ânimos. Acho que nem estudei devidamente ontem, por estar com a cabeça nisso.

março 12, 2016

Otakisses na escola + MMVs {tag}


Ohayou, minna-san ^^

Hoje estou bem animada, graças a uma atividade de cá da escola: hoje *cof* dia 9 *cof* foi o chamado Dia do GFA, onde vários "clubes" da escola organizam pequenos atrativos a alunos de outras escolas que vêm visitar a nossa. A maioria dos clubes, na realidade, coincide com as disciplinas lecionadas, mas alguns não têm nada a ver com aulas - como é o caso do clube do Japão, onde eu estive. Então eu vim contar o que aconteceu, mostrar fotos e ainda divulgar alguns pequenos artiguinhos que escrevi para o clube, fora um PP com curiosidades japonesas e uma receitinha - porque sim, nós levamos comida. No final, para não deixar o post assim tão simples, irei listar alguns AMVs e recomendar a tag que a Hinata fez a 3 cobaias ;) Pequena nota: Sei que ainda não respondi aos comentários do post anterior, mas todos os dias desta semana tiveram testes e quarta, o único dia que não teve, também precisou de bastante preparação.

março 03, 2016

Livros que tenho de ler


Ohayou ^^

Eu tinha várias coisas sobre as quais queria ter falado hoje, mas acabei por não o fazer, pois sentia que os vários posts do blog iriam ficar como temáticas semelhantes muito seguidas. Então, dado que tenho visto resenhas interessantes recentemente e a minha febre por papelada está cada vez mais alta - adivinhem quem é que está a escrever uma fic em inglês? - vim listar algumas das leituras a que me quero dedicar. O post será dividido em clássicos e não-clássicos. Mas primeiro, tenho de deixar uma coisa clara quanto ao {post anterior}, principalmente SE VOCÊ QUE ESTÁ A LER FOR NEGRO E SE SENTIU OFENDIDO COM ALGO QUE EU TENHA ESCRITO, pois deve haver aqui algum problema de comunicação:

fevereiro 14, 2016

A questão já nem é tanto o racismo, mas o whiteprivilege


Quem é vivo sempre aparece!

Não tenho grandes novidades - bem, algumas: anda a chover a potes, passei grande parte das férias de carnaval doente, desenhei um lince ibérico (depois revelo a foto na página própria, aliás, quem ainda não soube da minha apresentação sobre No.6 em inglês, dê lá uma olhada: www), descobri hoje mesmo que é dia dos namorados cá em Portugal - porque a data é diferente da do Brasil, sim - e comecei  a ler um mangá em italiano. Mas tenho um teste intermédio (digamos apenas que esses são particularmente importantes) esta semana e na próxima, então confesso que não tenho tido tanto tempo livre quanto gostaria e foi difícil conseguir vir cá postar. Contudo, já me tinha comprometido a falar deste assunto a algumas pessoas, e eu cumpro com o prometido. Antes de mais: sabem o significado de POC? Significa People Of Color, e é essencialmente sobre essas pessoas que tratará o post. É novamente algo relativo a representatividade, e embora eu tencionasse falar de detalhes mais específicos sobre lgbt+, como um complemento a {este post}, decidi que era melhor intercalar e equilibrar os diversos assuntos do blog. Vou tentar abranger muiiiiita coisa aqui, já que eu gosto de fazer postagens introdutórias que não deixem nenhum assunto de fóra, mas sintam-se livres para contribuir com a vossa própria opinião nos comentários.