Bom, ohayou! [nota: isto não é bem um novo layout, só mudei o tema para comemorar a primavera]
O post de hoje será irritantemente reflexivo e longo, mas de importância extrema, PORTANTO LEIAM NEM QUE DEMOREM UM ANO! Comecei a escrever há semanas, mas vou deixar estar toda a introdução que fiz na altura a partir de AGORA ||| Estou a escrever isto ás 6h45 da manhã, já que eu acordo sempre bem antes de as aulas começarem para adiantar algumas coisinhas minhas, e o post de hoje veio em sequência de uma pequena frustração de ontem. É dia 19 de Fevereiro, mas provavelmente não irei publicar isto hoje por tratar de representatividade, algo de que falei muito recentemente - e vocês sabem que eu tenho a mania de intercalar assuntos. Este é um post onde falarei um pouco mais da questão LGBT+ e trarei alguns detalhes que não ficaram particularmente claros {neste post - quem não sabe nada do que aí está pouco perceberá sobre este post}, acompanhados de curiosidades.
Mas então, porquê o título do post? Porque, mesmo com uma boa intenção, uma sociedade pouco informada acaba fazendo asneira. Ontem houve, nas minhas aulas de inglês, a apresentação de um trabalho em que a rapariga falava, supostamente, de LGBT+, mas disse tanta coisa errada que eu nunca saberia por onde começar a corrigir. Pior: parecia que ninguém tinha detetado os erros, incluindo a stôra, então eu optei por ficar caladinha e não estragar a apresentação dela, dizendo que nem o conceito-base estava bem definido. Mas foi realmente uma situação frustrante, ver toda a gente sentir-se apoiante dos movimentos lgbt+ sem que percebessem o mínimo sobre o assunto, ver toda a gente tentar aceitar pessoas sobre as quais nunca se informaram, nunca tentando saber nada sobre os outros para tentar compreendê-los melhor. E eu ali, que sabia tanto e tinha tanto para corrigir, a explodir para dentro, de boca cerrada, cabisbaixa, porque só ver um assunto tão importante para mim de tal forma espezinhado arruinou os meus ânimos. Acho que nem estudei devidamente ontem, por estar com a cabeça nisso.






