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agosto 03, 2016

Comics que gosto de acompanhar


Ohayou, minna-san :) Eu sei que vos devo explicações por esta ausência assustadora, mas não vou de facto dizer grande coisa. Estive em época de exames [que aqui são umas provas especiais], tive muitos comentários aos quais responder, e ainda de visitar os vossos bloguinhos - não pretendo comentar lá muito, só alertar que não estou morta e provar que tenho lido os vossos vários posts. Além disso, depois fiquei umas semaninhas sem internet. Pouca coisa de produtiva fiz nos tempos livres, e estou extremamente longe do mundo dos animes – queria tanto ver Kiznaiver!... Por outro lado, consegui (quase) acabar a colecção de Nightrunner, estou a ler o mangá de Inu x Boku SS, ando a ler Captive Prince e actualizei-me no que toca a webcomics. É sobre essa última parte que vim falar – sei de imensas webcomics com uma arte bem razoável e temáticas LGBT+ pelo meio, então enquanto não termino os meus posts sobre feminismo, LGBT+ {parte 3}, racismo, deficiências e, wa, representatividade num geral, aproveito para trazer algo um pouco menos maçador. Enjoy!

OBS: A minha organização bugou e as imagens com o título das comics estão POR BAIXO do respetivo texto, por cima estão os links. Oh, eu coloquei os links para os acessos em inglês, se quiserem em português sejam vocês a procurar.

março 03, 2016

Livros que tenho de ler


Ohayou ^^

Eu tinha várias coisas sobre as quais queria ter falado hoje, mas acabei por não o fazer, pois sentia que os vários posts do blog iriam ficar como temáticas semelhantes muito seguidas. Então, dado que tenho visto resenhas interessantes recentemente e a minha febre por papelada está cada vez mais alta - adivinhem quem é que está a escrever uma fic em inglês? - vim listar algumas das leituras a que me quero dedicar. O post será dividido em clássicos e não-clássicos. Mas primeiro, tenho de deixar uma coisa clara quanto ao {post anterior}, principalmente SE VOCÊ QUE ESTÁ A LER FOR NEGRO E SE SENTIU OFENDIDO COM ALGO QUE EU TENHA ESCRITO, pois deve haver aqui algum problema de comunicação:

fevereiro 14, 2016

A questão já nem é tanto o racismo, mas o whiteprivilege


Quem é vivo sempre aparece!

Não tenho grandes novidades - bem, algumas: anda a chover a potes, passei grande parte das férias de carnaval doente, desenhei um lince ibérico (depois revelo a foto na página própria, aliás, quem ainda não soube da minha apresentação sobre No.6 em inglês, dê lá uma olhada: www), descobri hoje mesmo que é dia dos namorados cá em Portugal - porque a data é diferente da do Brasil, sim - e comecei  a ler um mangá em italiano. Mas tenho um teste intermédio (digamos apenas que esses são particularmente importantes) esta semana e na próxima, então confesso que não tenho tido tanto tempo livre quanto gostaria e foi difícil conseguir vir cá postar. Contudo, já me tinha comprometido a falar deste assunto a algumas pessoas, e eu cumpro com o prometido. Antes de mais: sabem o significado de POC? Significa People Of Color, e é essencialmente sobre essas pessoas que tratará o post. É novamente algo relativo a representatividade, e embora eu tencionasse falar de detalhes mais específicos sobre lgbt+, como um complemento a {este post}, decidi que era melhor intercalar e equilibrar os diversos assuntos do blog. Vou tentar abranger muiiiiita coisa aqui, já que eu gosto de fazer postagens introdutórias que não deixem nenhum assunto de fóra, mas sintam-se livres para contribuir com a vossa própria opinião nos comentários.