junho 03, 2015

O que eu gostaria de mudar na escola


FINALMENTE ACABARAM OS MEUS TESTES!!!! 

Acho que só a matemática, em que eu estive mais distraída (em parte devido ao sono que os comprimidos para as alergias me dão) e outrora a minha melhor disciplina, sou capaz de descer um valor, mas acho que a todas as restantes disciplinas vou manter ou subir. Claro, depois ainda vou ter exames, mas de qualquer forma já não é nada mau. É quase como se já estivesse de férias, mesmo que ainda esteja por vir a parte mais desesperante. Então, farei um post hoje, amanhã comento em todos os meus afiliados, e no dia seguinte publico outro post. Enfim... Como ainda não consegui dissociar os meus pensamentos da escola, decidi aproveitar este post para dar alguns "palpites" sobre coisas que creio que poderiam melhorar. Não acho que sejam impraticáveis, aliás, embora na prática talvez tivessem de sofrer pequenas alterações. Já vão ver.

  • » A escola não devia ser separada da sociedade: 
Isto é algo de que já falei bastante com a minha mãe, aliás, a maioria das ideias veio dela sobre este tópico. A ideia que passa aqui em Portugal, e se calhar em muitos países é ainda pior, é a de que a escola é um mundo aparte da sociedade, quando deveria estar integrada. Por exemplo, a biblioteca escolar deveria ser tão boa quanto qualquer outro tipo de biblioteca, estar imensamente completa e aberta para outras pessoas, não apenas aos alunos. Ou então, aqueles alunos que estão a experimentar cursos de cabeleireiro, informática e afins aqui na escola poderiam aprender usando pessoas que não se importassem. Poderia haver grupos de trabalho - nem que fosse só em algumas semanas pontuais, ou durante as férias - em que alunos ajudariam associações ou fariam voluntariado, e uma das coisas que eu acho que seria interessante fazer (e não se costuma ver em voluntariado) seria fazer companhia a pessoas idosas que estivessem sozinhas, não dispostas a ir para um lar de idosos, ajudando e ouvindo o que essas pessoas teriam para contar e ensinar. Na verdade, há imensas iniciativas que se poderiam tomar, e que até faria bem aos alunos, se a carga horária abrandasse um bocado. 

  • » Transdisciplinaridade:
Esta é uma das coisas que considero mais importante, mas também a que seria mais demorada de pôr em prática, mas fiquei a pensar nela desde que li este artigo: www. É sobre a Finlândia, um dos países mais avançados em termos de educação, e que está a adotar lentamente o método. Como toda a gente sabe, todas as disciplinas têm pontos em comum, e em vez de as aulas serem separadas por disciplina, o que está a ser feito na Finlândia é uma aula sobre um assunto, sim, mas lecionada por professores de várias áreas. Esse método sofreu uma resistência inicial, até porque é mais complicado planear uma aula assim, mas está de acordo com o grau de exigência e com as competências necessárias na atualidade. Eu acho genial e melhor concebido, acho que aí sim o conhecimento está a ser tratado como o que realmente é, uma teia onde todas as teses, teorias e conceitos estão relacionados, mas como não tenho grande jeito para explicar, simplesmente leiam o tal artigo. 

  • » Talvez a escola não seja grande estimulante da criatividade, mas não exageremos no pessimismo...
Antes de mais, leiam isto: www. Apesar de refletir alguns problemas da "opressividade" da escola, e por muito que algumas escolas se enquadrem realmente nessa crítica, não concordo inteiramente com ela, por amplificar demasiado o lado negativa da administração da educação. Esse artigo diz que, embora hoje em dia sejam necessários adultos com capacidade de analisar, inovar, criar e reinventar, a escola está a formatar adultos medíocres, abafando os seus talentos e capacidade criativa, e a fazer do estudo um desprazer. Realmente, acho que a escola consegue fazer do estudo um desprazer, mas isso não é apenas culpa da escola - é em parte culpa da natureza humana, que se aborrece um bocado com tudo aquilo que se torna uma obrigação. "Então o ensino não deveria ser obrigatório" - bah, acho que toda a gente sabe da ignorância que resultaria daí, há pessoas preguiçosas o suficiente para não quererem aprender nada de nada, que nunca sentem curiosidade e que desperdiçariam o seu tempo - e talento - de outras formas. Eu acho que, sim, tudo o que nós aprendemos deve ser dado, embora concorde que a partir de certa idade deveria ser dada aos alunos a possibilidade de aprender de um modo mais prático e menos teórico. Mas, quando a quantidade de coisas a aprender é demasiada, não há tempo para estimular a criatividade. As aulas seriam dadas como, a cantar? Isso talvez funcionasse numa escola primária, mas não mais do que isso. Na minha escola primária, passávamos a maioria dos dias a desenhar e a decorar a escola para eventos enquanto supostamente integrávamos o que se devia aprender nesses eventos - portanto, eu adorava a escola, mas saí de lá sem saber nada. Apontar erros é muito bonitinho *ironia*, mas pelos vistos apontar soluções custa mais. A solução que eu proponho estará no tópico seguinte. Por exemplo, no texto é dito que as disciplinas são tratadas isoladamente - bem, apesar de a minha escola estar longe de alcançar a transdisciplinaridade, é comum estabelecermos pontes entre as várias disciplinas, que nem os professores nem os alunos deixam passar despercebidos. Além disso, também é dito que a escola se foca na memória, e não na habilidade de pensar. Não sei como é no Brasil, mas cá, é quase praticamente o contrário, e até se desdenha um bocado daqueles alunos que se limitam a memorizar coisas: nos testes e exames, quase todas as fórulas e coisas de memorizar vêm num formulário, e o que nós temos de saber fazer é relacionar tudo isso para responder a perguntas muito mais elaboradas. É aí que está a dificuldade, em pensar, e portanto é isso que se aprende. Memorizar algumas coisas é necessário, mas está cada vez mais longe de ser crucial. Nesse texto, a escola também é comparada com uma indústria, e com uma gaiola, criticando o horário, e a "formatação" dos alunos. Não acho que o problema seja assim tão extremista. Talvez se toda a gente tivesse bom senso, não fossem necessárias tantas regras, mas como não é o caso, essa é a única maneira que resta de manter as coisas organizadas. De facto, a escola também deveria dar espaço para a nossa criatividade crescer, mas generalizar essa crítica é demais. Nada nos impede de pensar, nem mesmo de realizar os nossos projetos. Só têm de ser adiados. Isso não é bom, mas também não é condicionante. Se os alunos saem adultos padronizados, é porque não tinham ideias próprias já ao entrar na escola, e portanto aceitam as que lhes impõe. O problema está principalmente em cada um. 

  • » Sem stresse, sem testes, apenas projetos:
Agora sim, vamos ao que interessa. Apesar de tudo, como eu já disse, a escola poderia de facto dar mais espaço para os talentos, ideias e preferências de cada aluno, o que implicaria reduzir a carga horária e acabar com os testes. Os testes stressam, e por vezes colocam perguntas que não se mostrarão inteiramente necessárias fora da escola. Isso já seria meio caminho andado para fazer as pessoas gostar da escola e de aprender, e até facilitaria a vida aos professores, que não teriam de corrigir as mesmas perguntas milhentas vezes por cada aluno e ficar decepcionados com as respostas que recebem. O resto da solução seria a nova forma de avaliação, a minha pequena proposta, que tem um caráter mais prático: Ao fim de cada período - ou do ano, se por uma questão de tempo e grandiosidade, se revelasse necessário (e eu acho que critérios flexíveis são uma coisa importante) - os alunos deveriam apresentar um projeto, de preferência algo útil e funcional, onde aplicariam o que aprenderam ao longo do ano e ainda alguns dos seus gostos. E para não confiar a avaliação a uma pessoa só, o projeto seria avaliado por professores de várias disciplinas, pois nem todas as áreas permitem compreender o funcionamento de certas coisas nem as aplicações em questão, mas também porque haveria o risco de a pessoa capaz de compreender ser mais exigente ou não gostar do mesmo que o aluno gosta. Acho que seria justo e interessante, tanto de fazer como de avaliar. E com sorte, a "invenção" até seria comerciável. 

Enfim, são ideias mirabolantes, mas não vejo nada de inconcebível nelas. E embora eu saiba que a blogosfera está quase deserta e que estou a ser uma comentadora desprezível, amanhã vou fazer a minha parte, e agradeceria se hoje fizessem a vossa e recomeçassem a dar um olá por aqui :)

12 comentários:

  1. Respostas
    1. Ui, ui. Isso vai ser difícil decidir, uma vez ue tenho 5 pedidos de afiliação ainda em suspenso e só há uma vaga. Pode ser que sim, mas sem grandes certezas. Vou visitar os vários blogs e depois direi se aceito ou não :) De qualquer forma, não deixe de visitar o blog, e faça comentários algo mais elaborados, pode ser que o outro blog mostre não valer a pena com o tempo e nesse caso aceitarei o seu.

      Eliminar
  2. concordo nossa se as escolas fossem assim seria o paraiso acho que ai sim muitas pessoas teriam força de vontade de estudar :3
    Beijus

    caahribs.blogspot.com.br

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. E força de vontade é uma coisa bem importante, não é? :)

      Eliminar
  3. ANNNIIIILLLYYYYAAANNNNNNNN \O/ FINALMENTE VOCÊ CONQUISTOU A LIBERDADE \O/
    Aposto que sambou geral em todas as matérias XD e tenho mais de 100% de certeza que vai sambar e muito nos exames!
    Sobre as escolas, concordo em 100%, principalmente na parte da biblioteca!.....Okks, que eu não sou a pessoa mais ligada em leitura, mas ainda assim tem muitas bibliotecas que nem possuem livros suficientes das matérias (matemática, português, história e assim por diante), então quem dirá livros literários! Se escolas são lugares de conhecimento e cultura uma das coisas que mais deveria ser investida é na biblioteca! E sobre os trabalhos voluntários, achei super bacana a ideia! Tem uma que outra escola que de vez em quando faz algum trabalho especial envolvendo isso, porém não é algo rotineiro e nem está na programação escolar =/ O problema (pelo menos aqui no Brasil) é que as escolas são muito metódicas, ou seja, elas procuram preparar o aluno para as provas que selecionam vagas nas faculdades, bem, isso é importante, porém esse lado mais "dinâmico" envolvendo a sociedade também é extremamente importante, mas pouco trabalhado =/
    Sobre o segundo item, tem um cursinho pago online que possui vídeo aulas de todas as matérias do ensino médio e um desses módulos é justamente uma interdisciplinaridade entre História e Geografia, onde os dois professores explicam um assunto em comum dando as visões históricas e geográficas, no qual a explicação de um acaba complementando a do outro (é bem legal ^^). Ah! Na minha escola, quando eu estava no terceiro ano do ensino médio, tivemos um trabalho sobre o petróleo envolvendo as disciplinas de química e geografia, porém esse foi o máximo a que chegamos, é bem difícil os professores conseguirem organizar aulas entre as matérias ç.ç
    Sobre a parte da criatividade, pelo menos aqui, vai muito de escola para escola, por exemplo: Quando eu ainda morava na minha cidade natal (Porto Alegre) eu estudava num colégio, onde explorava bastante essa questão da criatividade! Tinham as chamadas oficinas, no qual, havia um período para todos os alunos se inscreverem em qual oficina queriam e depois começavam a participar. Tinha oficina de música, de teatro, de reciclagem (participei dessa! Aprendíamos a fazer esculturas e tudo quanto é coisas artesanais usando coisas recicláveis), tinha oficina de educação física, de computação (aliás, esses de computação, na minha época, fizeram um pequeno filmezinho com massinha de modelar) e assim por diante. E também tinham as oficinas que "exploravam as suas habilidades", ou seja, se um professor visse que você tinha habilidade para desenhos, você era convidado a participar da oficina de artes, se você tinha habilidade com música, era convidado a participar da oficina de música, se era bom em esportes, você participava da oficina de ginástica e assim por diante, porém nessas oficinas eram os professores quem convidavam você e começam a trabalhar em cima da sua habilidade, alás, na época fui convidada para participar da oficina de música pela minha professora *u*. Enfim, a escola era muito bacana e cheia de ideias mirabolantes, tínhamos aula de música e computação desde a primeira série do fundamental e a partir da segunda série começávamos a ter aulas de inglês! E ainda por cima a escola era pública! (nem parece escola brasileira! E te juro que eu não fumei nada antes de vir comentar aqui! u.u).

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Tá, mas voltando ao assunta da criatividade, as escolas deveriam explorar mais isso, afinal, hoje em dia é justamente o que várias empresas procuram! Elas querem pessoas inovadoras e criativas, porém a escola acaba reprimindo isso algumas vezes =/, no entanto, aqui no Brasil nem podemos cobrar muito das escolas, pois o investimento é pouquíssimo! Aliás, tem escolas aqui que nem eletricidade possuem! Ou então um telhado decente! Quem dirá uma estrutura para poder fazer coisas diferentes =/
      Bem, sinceramente eu sou do tipo que prefere ter prova do que fazer trabalho (pois o próprio nome já diz tudo! TRABALHO e.e'''''), mas se o estudo fosse posto de uma forma mais "natural", sem esse estresse de provas, notas acredito que as coisas fluiriam melhor e se esses projetos, se bem acompanhados e aplicados, seriam dez vezes melhor do que provas, afinal, é como você disse: Muita gente apenas decora o conteúdo e não aprende nada, aqui no Brasil mais de 50% dos alunos decoram o conteúdo para a prova e depois fazem questão de deletar tudo =/, mas se fosse um projeto e se bem aplicado o aluno acabaria se envolvendo por vontade própria e consequentemente aprenderia muito mais do que fazendo um teste! (além de ser mais dinâmico e divertido). Mas, como aqui as coisas infelizmente não são assim e os trabalhos ainda por cima muitas vezes são jogados em nós e mal explicados ¬¬''', acabo preferindo provas mesmos (sem mencionar que tem um povo vagabundo que nos trabalhos acaba indo nas costas dos outros ¬¬'''').
      Enfim, as ideias são geniais, é só ter um pouquinho de vontade de ambos lados (escola e alunos) e uma boa organização que a coisa funciona XD
      Sobre a blogosfera deserta, nem me fale! Um monte de blogs que eu seguia estão meio sumidões Ç.Ç, mas outros felizmente estão dando seus sinais de vida, como o Not Loli, a Shana deu uma sumidinha, mas postou recentemente e já a Snow, bem...Acredito que você já saiba sobre o fechamento do Bubble Girls e da estréia do novo blog dela o Doukyuusei. Ah! Tem o Diego-kun que tá super sumidão, mas pelo menos deixou um pequeno aviso na sidebar do blog dele e de vez em quando ele dá um sinal de vida no facebook (mas dessa vez não teremos a lista de animes da temporada de verão postada por ele Ç.Ç). Saudades da blogosfera quando ela era mais vivinha Ç.Ç
      Kiss
      (porque o limite de caracteres não vai com a minha cara!? Ç.Ç)

      Eliminar
  4. Se as escolas fossem do jeito que nós queríamos... Era um verdadeiro paraíso, mas infelizmente não é como aqueles filmes americanos super legais T.T Gostei bastante da sua opinião, você e sua mãe são bem críticas, e isso é muito bom nas pessoas ^^

    Beijos,
    Cheap Wine | P4U

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Bem, mas o que eu referi no post não são só as coisas que eu "queria" na escola, ou então não haveria horários nem qualquer forma de avaliação. Eu tentei na verdade transformar algumas coisas que não são perfeitas na escola, aperfeiçoando-as. Então não seria um paraíso - continuaria a ser escola. Mas entendi o que quer dizer, e obrigada por achar que eu e a minha mãe somos pessoas críticas, é um elogio e tanto ^^

      Eliminar
  5. Consegui vir cá comentar! (~o ̄▽ ̄)~o Parece mentira!
    [e o mais estúpido é que não estava a seguir-te >﹏< o blogger parece estúpido às vezes]

    Se há coisa que concordo aqui é quase tudo. A minha escola, na minha opinião, apoia muito a criativade mas para pessoas que seguem um curso tecnológico, respetivamente a medicina (estou a tirar Análises Químico Biológicas no Porto) é muito complicado. No meu caso quero tirar Biologia Marinha e a média para entrar na faculdade não é nada de outro mundo, mas para quem quer enfermagem e investigações... Portugal acredita que para se ter um bom médico é necessário ter-se 18/19/20 como média, mas isso é estupidez.

    Há pais que obrigam os filhos a serem médicos e não querem, e acabam por ser péssimos médicos que desistem passado um ano, porque não é aquilo que querem! É preciso ter-se vocação, e há pessoas que a têm e dariam excelentes médicos mas que infelizmente não podem porque não têm média suficiente (o que é caso de um dos meus amigos próximos que não conseguiu entrar no curso).

    A escola é um espaço que deve ensinar claro, mas não para os alunos decorarem uma data de fórmulas e informações para despejarem no teste e que muito provavelmente no futuro não precisarão delas. Sinto que a pressão no meu curso é enorme, e a nossa carga horária é excessiva visto que basicamente saimos às 18h do nosso colégio. Temos 16 disciplinas, nos quais 10 são de química, física e biologia.

    A ideia de criar-se um projeto ao invés de exames é muito boa, e era um sonho concretizado pois aquela quantidade de stress nos alunos não existeria mais (tipo PATs ou coisas assim). Mas claro que, para o nosso ministério da educação aceitar tal coisa era um sonho concretizado. Por isso a escola deve ser um lugar para aprender a conviver com a sociedade claro e saber a nossa vocação. Só descobri que queria ter futuro como bióloga marinha este ano, e a pressão de decidir que curso escolher também não ajuda nada.
    Mas com a vida dos jovens neste dia-a-dia ainda penso que vai piorar, e ouvi dizer que ainda vão ser mais exigentes nas notas, que na minha opinião não vai melhorar a aprendizagem dos alunos, que se vão sentir ainda mais pressionados, stressados e preocupados com o seu futuro.

    Esta é apenas a minha opinião, e penso que a maioria concorda. o(≧o≦)o
    Mas olha, que se há de fazer? Temos que tentar o nosso máximo para sobreviver. ♥♥♥
    Foi bom voltar a comentar Anilyan, e adorei este tema, que por acaso é um dos temas mais controversos na atualidade. \( ̄︶ ̄)>

    Muitos beijinhos amorzinho, (/≧▽≦/) e espero por mais!

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Uau, parece mentira mesmo, ainda mais por ter feito um comentário tão grandinho! Estou habituada a isso por parte de algumas leitoras, mas para seu provável primeiro comentário no meu blog, acho que está bastante bom ;)

      Você /tu és de Portugal, certo? E supostamente você teria a mesma idade que eu, 17 anos, lembro-me que fizemos o exame de 9º ano na mesma altura, ou então eu interpretei mal. Então porque raio é que eu nunca ouvi falar disso do PAT? Bem, eu escolhi ir para ciências e tecnologias, apesar de tudo, na minha escola pelo menos valoriza-se bem menos a parte de decorar fórmulas (como eu já disse no post) e valoriza-se mais o raciocínio. 16 disciplinas é imensa coisa, eu só devo ter umas 6 ou 7, e mesmo assim a carga horária é bem extensa. No seu caso então, imagino que seria maravilhoso substituir os exames por projetos :)

      "Por isso a escola deve ser um lugar para aprender a conviver com a sociedade claro e saber a nossa vocação. Só descobri que queria ter futuro como bióloga marinha este ano, e a pressão de decidir que curso escolher também não ajuda nada." Falando em vocação, eu sou uma das pessoas que quer ser médica, daí estar a esforçar-me tanto e andar tão cansada. E com as exigências a aumentar, é pior ainda. A minha mãe, e não só, tem a teoria de que cada vez aumentam mais as médias porque, como já uma pessoa qualquer importante da política disse na televisão, "Portugal não precisa de mais pessoas formadas, precisa é de pessoal em fábricas". O que é horrível.

      Adorei o seu comentário, desculpe a demora a responder >///<

      Eliminar
  6. OLÁ MOÇAAAAAA!
    Que bom que seus testes chegaram ao fim, eu estou estudando para os meus, por mais longe que estes estejam.
    Nem afiliados eu tenho, mas estou pensando em fazer ;3;
    cho que a biblioteca da minha escola serve para não estudantes também. Em todo caso, essa integração seria ótima! A minha escola produz alguns projetos que acabaram por fazer parte da cultura da cidade.
    Eu acho que entendi um pouco do segundo, mas tenho de ler o arquivo, de qualquer forma.
    Em questões artísticas e até mesmo culturais, eu deveria dizer que a minha escola trabalha bem. Agora mesmo iniciaram um projeto chamado Vivart.com para estimular a arte, e assim a criatividade dos alunos.
    Achei o item de algo funcional digno de nota, seria realmente ótimo!

    { rabbitsandwolfs, reckless, and thisismydemonside }

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Olá :)
      Acho que a ideia de arranjar afiliados não é nada má, dão uma motivação extra na hora de postar. E também fico super animada pelos meus testes terem terminado, embora esta semana e a próxima vá ser passada a estudar para os exames - que são consideravelmente mais difíceis... Que sorte a biblioteca da sua escola ser assim, e acho ótimo ela iniciar projetos desse tipo. A minha, na verdade, também tem diversos projetos que até dão bons resultados, mas não são grandes o suficiente para substituir os testes, naturalmente. Obrigada ^^

      Eliminar

♡ Saiba mais sobre o mim ou sobre o blog através do menu

♡ Quanto a comentários:
» Os pedidos são aceites nos comentários ou na ask (vejam o menu)
» Críticas construtivas são bem vindas. Barracos, não.
» “Seguindo, segue de volta?”, só serão aceites em blogs principiantes – e eu irei confirmar ao blog. Caso contrário será ignorado.
» Deixe o link do seu blog no fim do comentário e eu faço questão de pelo menos visitar e comentar.
» Pode usar estas carinhas:
=((•̪●))= ๑(•ิ.•ั)๑ ٩(●̮̮̃•̃)۶ ε(●̮̮̃•̃)з ٩(×̯×)۶̿ ┌∩┐(◣_◢)┌∩┐ ⊙▂⊙ ⊙0⊙ ⊙︿⊙ ⊙ω⊙ ⊙▽⊙ ⊙﹏⊙ ⊙△⊙ ◑▽◐ ◑ω◐ ◑﹏◐ ●︿● ●ω● ●﹏● ≧▂≦ ≧︿≦ ≧ω≦ ≧﹏≦ ≧▽≦ >︿< >ω< >﹏< >▽< ≡(▔﹏▔)≡ (¯▽¯;) <(“”"O”"”)> (-__-)b (;°○° ) \( ̄︶ ̄)> <( ̄︶ ̄)/ (/≧▽≦/) \(≧3≦)/ \(≧ω≦)/ o(≧ω≦)o o(≧o≦)o ㄟ(≧◇≦)ㄏ ╮(╯▽╰)╭ ╮( ̄▽ ̄)╭ (~o ̄▽ ̄)~o ~ 。。。(~ ̄▽ ̄)~[] (╯-╰)/ (*^3^) 'U_U ♪ ♥ ஐ ▲☼゚ ♣ (๏̯͡๏) †