outubro 02, 2014

[Review] Zankyou no terror


Ohayou :)

Sei que ontem não postei, e não pretendia fazê-lo hoje, mas já que estou doente e faltei à escola, passei a manhã a estudar e vou agora escrever a minha adorada resenha. Ontem não postei porque estive demasiado ocupada com a escola, e depois tentei adiantar o layout de halloween - ainda não está pronto, mas pretendo acabar a tempo. Não está assim graaaaaande coisa, mas sempre dá para entrar no clima. É a primeira vez que faço um lay de halloween - normalmente faço sempre de natal, mas este ano decidi trocar, para variar um bocado. Este ano, em vez do layout de natal, teremos um layout de inverno, que também está a ficar bonitinho. Bah, mas vamos ao post! Cá vou eu, tagarelar sobre um dos melhores da temporada, e não sem motivo...



  • História (sinopse):
Numa versão alternativa da sociedade presente, Tokyo foi dizimada por um chocante ataque terrorista, cuja única pista sobre a identidade dos culpados é um video bizarro na internet. A polícia, frustrada com a pista enigmática, é incapaz de parar o alastrar das reações da população. Enquanto o mundo procura por um mestre do crime responsável por esta tragédia, dois misteriosos rapazes - que nem sequer deviam existir - habilmente colocam em prática o seu plano hediondo. Amaldiçoadas a andar por este mundo com os nomes de Nine e Twelve, os dois combinam-se para formar a identidade de Sphinx, uma entidade clandestina destinada a acordar as pessoas do seu sono - e puxar o gatilho do mundo.


  • Personagens:
Nine» É um dos sphinx, a dupla de terroristas. Ele tem olhos frios, como é dito logo no primeiro episódio, é calculista e o seu papel na dupla foca-se mais em fazer de hacker. Dos dois protagonistas, é o que mais recorda o passado, só confiando no Twelve, mas apesar de tudo, tem um lado bondoso escondido. 
Twelve» Da dupla, é o mais sociável, engraçado e está encarregado das tarefas mais práticas, indo de um lado para o outro de mota, normalmente. Como dito no anime, tem um sorriso como o sol. Ele tem sinestesia, uma "doença" que o faz ver cores nos sons. E embora tenha ajudado a Lisa, a mim parece que ele esconde uma faceta mais cruel e endurecida que o Nine. 
Lisa» Ela é uma adolescente bastante desastrada, assustada, que sofria de bullying na escola e tinha problemas familiares. Bem, embora a muitos pareça fraca, eu acho que é a única personagem não sobredotada da história, e creio que fizeram bem em incluí-la. 
Shibazaki» Um detetive que tem tendência a envolver-se demasiado nos vários casos, é muito inteligente e vê para além das aparências. Na verdade, foi uma personagem que eu admirei muito, por não se ter tornado daqueles detetives chatos e que acabam por ser vulneráveis, mas mesmo assim com carisma.
Five» A beleza e a voz dela são incomparáveis, e combinam perfeitamente com o ar de predador dela. É elegante, manipuladora, inteligente, e talvez um pouco psicopata, e não vou dizer (em parte por não ter grandes certezas) se a importância que ela dá ao Nine é boa ou má. Está relacionada com o passado da dupla, como é óbvio.


  • Minha opinião:
Antes de tudo, deixem-me falar da qualidade da animação: A trilha sonora, ao cargo de Yokko Kano, conta com estas (www) músicas, foi bem utilizada e combina perfeitamente com as várias cenas; A coloração, embora normalmente seja vulgar, por vezes assume um significado específico; Os ângulos da câmara e o constante foco nos olhos queriam sempre transmitir alguma coisa, como quem detinha o poder naquele instante, ou se as personagens teriam de avançar "às escuras"; O cenário, muitas vezes combinado com o silêncio, falava por si - nomeadamente no episódio da roda gigante e nos últimos, onde revemos algumas paisagens antigas, desvastadas, mas belas; As pistas ocultas nas adivinhas que a dupla faz aos detetives; O ritmo da narrativa, não tão rápido como algumas pessoas desejariam, mas equilibrado, ainda que os episódios tenham altos e baixos... Como disse a autora do blog Não me calo, é uma ambientação poética. A própria opening merece reconhecimento, pois embora a música não agrade a toda a gente, eu diria que combinou na perfeição, seja pela letra, pelas texturas, pelos enquadramentos ou onde quer que lhe queiram pegar.


Ok, prossigamos. Já vi pessoas por aí a dizer que este não é o melhor anime da temporada, principalmente se o compararmos com a nova edição de Psycho Pass, e que o estúdio MAPPA fez muitas coisas que levaram o anime a perder audiência. Bem, deixem-me contradizer um bocado: começando pelo fim, é impossível agradar a todos, e a audiência consegue ser um bocado irritante, pelo menos quando desiste de um anime por não ter gostado de um único episódio. E depois, embora eu adore Psycho Pass, não acho muito justo comparar ambas as séries, tanto porque nesta temporada apenas foi lançada uma re-edição (ou seja, mal conta como se o anime fosse desta temporada), como porque o foco das histórias e as lições que ambas passam serem bastante distintas.


Eu gostei muito das personagens e das relações entre elas. A importância que um detetive com a mentalidade aberta de Shibazaki teve para os terroristas foi crucial para o objetivo deles, ainda que este não tenha sido inteiramente atingido - não darei detalhes, nem sobre qual é, nem sobre em quê que foi frustrado, pois seriam spoilers. A presença da Five, que surgiu do nada para complicar a vida de Twelve e Nine, conferiu uma reviravolta à história, roubando-lhes o controlo da situação, excelente para obrigar os dois a esforçarem-se mais e deixar o espectador na dúvida do que aconteceria a seguir. A confiança entre o Twelve e o Nine chega a ser ameaçada num ou noutro episódio, e embora ambos se conheçam na perfeição, está claro que a personalidade deles é muito diferente. Li no blog Elfen Lied, quando andava a acompanhar as reviews, que embora o Nine seja mais frio, nunca mataria a Lisa - já o Twelve, que até parecia estar a apaixonar-se pela garota (felizmente, não fizeram da historia um romance), chegou a cogitar deixá-la morrer. É contraditório, e é precisamente por isso que representa tão bem a natureza humana. A personagem a quem mais pessoas torceu o nariz, Lisa, supostamente serviria para humanizar os Sphinx, no entanto, adquiriu uma importância bastante diferente. Eles já eram suficientemente humanos. Mas ela, as atividades terroristas que nunca mataram ninguém da dupla, e o objetivo da mesma representavam a lição mais importante da trama. Haha, não direi qual é, vou torturar-vos e dizer apenas que é o significado de VON ;) Isoladas, as personagens chegariam a tornar-se entediantes - por isso é que achei adequado a história ter parado naquele ponto - mas juntas, foram o que tornou Zankyou no terror tão especial.


Outro mérito do anime: Não é um shounen. Bem, eu não vi a classificação, mas se é, sai completamente do padrão. Não há cenas de luta e batalhas tão constantes que se tornam maçadoras, mas a ação continua presente, em cada um dos movimentos estratégicos das várias organizações - seja pelas adivinhas dos Sphinx, pelos detetives japoneses a tentarem revolvê-las e desativar as bombas (ri imenso com algumas tentativas >.<), ou pela autoridade da polícia americana. Também ao contrário de um shonen, não foi preciso interromper cada uma dessas cenas para longos discursos sobre valores que teriam mais significado se toda a gente já não os soubesse de memória, mostrar mais flasbacks que o presente ou retratar grandes ferimentos encarnados em personagens que aguentam tudo e mais alguma coisa. Não me entendam mal - eu até gosto bastante de shonens. Aliás, eu acho que só não gosto de ecchis e hentais. Mas alguns clichés do género são extremamente irritantes. Já sei, isso é conversa para outra altura.


Sobre o final - não se procupem, não o revelarei - tenho que comentar como me tocou. Por ser adequado. Pelo momento bonitinho, transbordando de "normalidade", que nos atiraram à cara antes de o levarem para longe. E pelas sensações que passou. Não foi idiota e extremamente feliz, não foi frio e pouco impactante como em certos animes em que mal há desenvolvimento das personagens, não foi aquela coisa épica onde o famoso "a vida continua" teria uma nota demasiado heróica para um enredo destes, não foi fechado, mas também não deixou questões em aberto, e não foi triste e desesperador ao ponto de fazer os espectadores chorar baba e ranho. Talvez por ser um pouco previsível, mesmo que muita gente não quisesse encarar o óbvio. Foi digno. 

Acho que são mesmo essas as palavras que usaria para descrever o anime: poético e digno.

Lembrando que as ilustrações são apenas fanarts, não vá alguém achar que estou a dar spoilers do anime
Ah, não sei se alguém reparou, mas desta vez, no título do post, escrevi review em vez de escrever resenha. A maior parte das pessoas poderia dizer que não há diferença, e não são muitas, mas já li tantas reviews e resenhas que me comecei a aperceber de algumas: nas resenhas, não há tantos exemplos retirados do roteiro para exemplificar a opinião das pessoas. O que eu faço são reviews. Talvez retire algum do fator surpresa quando os leitores forem finalmente assistir, embora eu não chegue a revelar spoilers, mas apoio-me demasiado nos acontecimentos para referir as minhas próprias conclusões.

Por hoje é tudo. Sei que não ando a ser uma comentadora muito fiel em alguns dos vossos blogs, até me sinto culpada, principalmente por causa dos magníficos afiliados que eu tenho, mas farei os possíveis por voltar a assombrar as vossas postagens. Falando em comentários, uma pessoa perguntou-me onde é que eu arranjo as imagens para as postagens, e ainda não respondi, então digo essa parte aqui: Eu pego as imagens originais em algum destes sites» www « e edito. Ultimamente tenho usado quase sempre imagens do tumblr.

Jaa!



7 comentários:

  1. Yooo beleza!?
    Cara eu não estava dando NADA por esse anime, mas depois da sua resenha eu COM CERTEZA VOU ASSISTIR! Só não o verei esse fim de semana porque tenho que começar a segunda temporada de Free *Q* e ainda começar elfen lied (que já estou enrolando há um BOOOOMMMMMM tempo).
    Acredito que irei amar esse detetive, pois sempre fico com um pá atras nesses ''personagens da lei'', geralmente são muito padronizados, sendo certinhos de mais e como você disse se tornando frágeis, ou sempre morrendo (todos os animes que eu assisti que tinham detetives eles morreram '-').
    Agora que você falou em trilha sonora fiquei tentada a ir buscar por ela, mas vou esperar até assistir o anime, para deixar aquele gostinho a mais :3
    Pois é, sobre shounens, ultimamente tem me enchido a paciência essa história de herói bondoso com um passado dramático (tipo Naruto sabe!?), porque de certa forma tudo acaba terminando do mesmo jeito, já se tornou previsível de mais, é claro que esse tipo de contexto é bacana, mas quando sempre ficam apertando na mesma tecla acaba enjoando. Sei lá, atualmente tô mais na onda dos anti-heróis mesmo, tipo Kira u.u
    Imaginei que você editasse a suas imagens, elas sempre possuem um estilo bem próprio seu e do seu blog, aliás por um momento cheguei a cogitar que você criasse algumas fanarts.
    Adorei o post >/////<
    Kiss

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    1. Como é que você não estava a dar nada pelo anime? Está a ser tão recomendado, por tanta gente, alvo de tantas críticas positivas (e algumas negativas, vá)! Devia ter acompanhado, agora vai ter de gastar outro fim de semana a ver. Ah, mas claro, veja Free primeiro. E eu realmente estava a precisar de ver Elfen Lied, pena que não posso simplesmente gastar fins de semana inteiros a ver animes, há muitas, muitas outras coisas que tenho de fazer, e pelo menos metade tem a ver com a escola. Não posso garantir que você vá gostar do detetive, mas quase de certeza que sim, até porque ele não chega a dar-se mal no fim. Acho que foi digno. Que se envolveu tanto quanto a sua ética exigia, não sendo frio nem apenas calculista, mas não ao ponto de arruinar a própria vida, o que é uma forma de inteligência e denota algum equilíbrio de valores. Sim, talvez seja melhor baixar a trilha sonora só depois de ver o anime, assim será mais difícil esquecer as cenas a que cada música corresponde. Pelo menos duas delas continuam bem presentes na minha cabeça ^^ É, o problema dos shonens é esse mesmo. São muito interessantes, mas depis de se ver vários, até conseguimos prever os acontecimentos. Mesmo assim, para mim, compensa ver, porque há aqueles momentos surpreendentes e emocionantes e essa coisa toda que dá vontade de andar aos pulinhos, ou, no caso de uma tragédia, estrangular alguém. Na verdade, todos os géneros sofrem do mesmo mal, já que tudo o que é demais enjoa. Não seria nada mau se houvesse algum anime em que os géneros se misturam todos. Bem, eu ouvi dizer que um anime que vai estrear, Donten ni warau, é shoujo E shounen. Vamos ver no que dá. Eu morro de amores por anti-heróis, o Kira nem é o meu favorito porque depois chega a tornar-se realmente maldoso, mas alguns que se mantém fiéis aos seus objetivos iniciais agradam-me bastante. Até crio um ou outro fanart, mas não chego a digitalizar. Arigatou ^^

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  2. Vishhh
    Mas eu acho q ja li sobre este anime em algum outro local o.o''
    Bom.. é que anime de terror nao é o meu genero....... ^^'
    Meio q me assusta... ._. *acho q é essa a ideia, mas nao gosto de me sentir assim ahsuahushuas*

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    1. Ah sim, esquci de dizer uma coisa!!
      Seus layouts são tao lindos... to ansiosa pra ver esse de halloween q ta pra vir ;A;

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    2. Ah, mas não se preocupe, esse anime não é de terror. Na verdade, eu achei o nome exagerado, até me esqueci de comentar isso na resenha, eu não me importo com animes que causem uma certa ansiedade psicológica, mas terror gratuito não é o meu género favorito. E este é apenas um policial com personagens encantadoras. Curto. Bem feito. Por isso, acho que devia arriscar ver, quando tiver algum tempo :) O Layout já está posto, agora vou comentar o seu, pelo menos nós fizemos ambas um lay de halloween ^^

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  3. ~to comentando num post super antigo porque esse anime MERECE!!~
    Amo de paixão Zankyou (acho que isto ficou claro pois dediquei um post do meu blog apenas a ele) mas queria tagarelar aqui <3 Amei seu texto, sempre parece que fala direto, como você vê as coisas e o que acha delas de maneira tão clara! Eu me embolo tanto, por minha cabeça já ser um bolo de confusão. Venho aqui ler coisas que eu mesma já li, e se o seu texto não convenceu os seus leitores, que os comentários do seu post lhe convençam XDD

    Zankyou é um animê super curtinho mesmo, mas não deixa de ser animador e se for parar pra pensar, não é TÃO curto, pois eu acho que acontecem várias coisas diferentes nesse período. Eu amei todos os personagens e acho que uma coisa que ele faz bem é colocar os vários pontos de vista e repassá-los ao telespectador. Não é somente a história do Nine e do Twelve, é a história de toda a vida deles e de todas as crianças (SPOILLER OI) que eles já viram. É pra dizer realmente o que o final deles queriam.

    Alguns ficaram chocados, mas eu acho que é previsível o final SIM, mas não aquele previsível de NOSSA, QUE CHATO. É um troço... Como explicar? Fiz um post disso e nem eu mesma sei. Só sei que adorei e concordei com tudo o uqe você falou sobre o final ali em cima, apesar dos pesares de que eu acho que eu sou muito mais fascinada (sabe-se lá porque) com Zankyou HUSHASUAHSUAHSUA

    Beijos Any-chan!

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    1. Como é que você encontrou este fóssil? >///////<

      Eu estou longe de dizer que é o meu anime favorito, mas que gostei bastante, gostei. Não sei se os meus posts são tão organizados assim, mas eu realmente tento separar tudo o que é necessário e tocar todos os pontos que me lembrar, e espero conseguir fazê-lo cada vez melhor com o tempo, sempre entre a objetividade e a subjetividade. Mas eu adoro as suas resenhas, aliás, eu adoro a forma como toda a gente faz resenhas de uma maneira bastante própria, mesmo que possam ser sobre a mesma coisa. E eu gosto das suas precisamente por essa mistura, por essa fluidez das ideias, por ter frases tão espontâneas que me fazem sorrir e por mesmo assim serem completas - detesto quem faz resenhas incompletas.

      "não é TÃO curto, pois eu acho que acontecem várias coisas diferentes nesse período" - exatamente, e digo isso de vários animes de 12 episódios. É por isso que gosto tanto de animes curtos, por serem fáceis de ver (estas férias de verão, pretendo ver 2 animes de 12 eps cada por semana). E também acho isso sobre ser uma história não apenas do Nine e do Twelve, aliás, embora eu me deva ter esquecido de o dizer na resenha, era aí que queria chegar quando disse que o foco e o objetivo do anime era diferente do anime de Psycho Pass.

      É tão difícil de explicar que preciamente por isso eu usei a palavra "digno" ^^. Volte mais vezes :)

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