outubro 21, 2014

A "sorte" de se ter filhos bem educados


Ohayou, sapinhos ^^ Ou devo dizer gómen? 

Sei que estive bastante ausente, e para ser sincera, ando tão ocupada que continuarei, pelo menos até ao final da próxima semana. O máximo que poderei fazer será comentar nos vossos blogs e responder aos comentários, mas as postagens que tinha planeado, a começar pelas resenhas de haikyuu e kuroshitsuji, serão adiadas até eu ter tempo para recomeçar a postar. Ah, é só esta semana e a próxima, não custa assim tanto :) Além disso, a minha irmã mais nova (a Djimby, lembram-se?) irá responder a uma tag por mim no fim de semana, não é como se fossem ficar sem nenhuma atualização.

O que trago hoje foi um texto que eu mesma fiz ontem, sem sequer pensar que ficaria tão longo e que o postaria no blog. Leiam, se tiverem paciência, e tirem as vossas próprias conclusões.



Uma vez, vi uma postagem que estava a ficar muito famosa no facebook por ser considerada um bom método de educar os filhos. A postagem consistia numa lista que um pai fez para os seus dois filhos, onde topicalizava um conjunto de afazeres domésticos - desde descarregar a sanita a fazer os trabalhos de casa - com uma correspondência em dinheiro. Ao fim de cada mês, o filho que não cumprisse as tarefas todas veria descontado na sua mesada o dinheiro das coisas que não cumpriu.Eis os comentários de algumas pessoas, fossem pais ou não: "É uma excelente maneira de educar"; "Um grande exemplo de como se deve educar os filhos"; "Vou tentar isto"; "Se todas as crianças fossem educadas assim, não haveriam problemas de mau comportamento".

Ainda bem que a minha mãe não se inclui na maioria que concorda com isso, e que nunca me educou de tal maneira. 

Antes de tudo, isto não é um comentário revoltado, ou uma indicação de falhas quanto à eficácia dessa lista. Se tivesse sido usada comigo, eu acabaria por de portar da melhor maneira possível, porque quereria receber o máximo de dinheiro possível ao fim do mês, e não são coisas assim tão complicadas de realizar. O Problema reside no facto de que quase toda a gente pensaria da mesma maneira. A educação estaria a ser comprada, seria quase uma personificação da falsidade, daquele sentido oportunista onde só se realiza algo em função do que ganharemos em troca. 


Eu ter-me-ia sentido insultada se usassem um estratagema desses comigo. Na verdade, tão insultada que me sentiria tentada a descumprir algumas dessas coisas só para mostrar que não me deixaria aliciar por essas mesquinhices, e que preferia agir e pensar por vontade própria a obedecer cegamente em troca de lucros. Se eu sou uma adolescente revoltada? Uma pessoa mal educada? Hater de nem-sei-o-quê? Alguém que não tinha mais nada para fazer e decidiu escrever este texto só para irritar? Não. Pelo contrário - modéstia à parte - sou bastante bem educada, e quase todas as pessoas que me conhecem minimamente bem seriam testemunhas disso mesmo.

E sou como sou graças à atitude dos meus pais, principalmente à da minha mãe. Nunca recebi mesada nem coisas que me pudessem tirar, nunca fui posta de castigo e as únicas vezes em que a minha mãe teve de me bater foram aquelas em que, ainda eu era pequena, a minha mãe queria limpar o quarto e eu fazia uma birra porque isso implicava a destruição da minha adorável casinha de legos. A minha mãe nunca me ralhou por quase nada. "Teve sorte", é o que algumas pessoas pensariam. Bem, a minha irmã é exatamente como eu, e aposto que se a minha mãe tivesse 10 filhos, nestes requisitos seríamos idênticos. E consegue influenciar positivamente quase todas as crianças com quem lida durante algum tempo. Ei lá, isso é muita sorte!


Vá, agora mais seriamente, isso seria mesmo demasiada sorte para uma pessoa só. Tã-tã-rã!, chegou o momento da grande revelação: Não foi sorte. Como isto parece demasiado óbvio, ao ponto de várias pessoas já o terem deduzido no final do parágrafo anterior, até direi mais, lamentando imensamente que o texto fique tão longo e desencoraje muita gente a ler. A minha mãe nunca recorreu a esse método que denota o quanto colocámos as crianças num nível de desenvolvimento primário dos castigos/recompensas, então teve de inventar outra coisa qualquer. Eu considero as histórias que ela me contava em pequena e os exemplos que sempre deu como os fatores com mais peso.

Sei que uma grande parte dos encarregados de educação trabalham, chegam cansados e sem disposição para contar histórias - como história para crianças, imagino algo criativo, capaz de transmitir lições sem recorrer a sons grotescos, personagens zumbis ou piadas de adultos. Portanto vou deduzir que essa nem sequer uma possibilidade para muitas famílias. 


Mas o segundo fator, também pesando bastante, não deve ser arrumado com desculpas sobre falta de tempo, já que consiste apenas em dar o exemplo em tudo o que se faz na presença dos filhos (quase pareço uma mãe a falar), e talvez até na ausência deles. As crianças - e repito, apenas as crianças, se alguém tentar educar um adolescente que já parece perdido provavelmente este método não irá resultar - são muito influenciáveis. Se virem os pais, avós, ou quem quer que seja, a fumar, só comer porcarias e ver televisão de manhã à noite, quase de certeza se habituarão a agira da mesma maneira. Por outro lado, se os pais forem a eventos culturais, gostarem de ler no pouco tempo livre que tenham, não vejam filmes pornográficos mesmo à frente da cara das criancinhas e forem boas pessoas, tentando agir de forma correta mesmo diante das coisas mais simples, as crianças terão um referencial que as fará tender para o comportamento certo. E se alguém for criado assim desde pequeno, dificilmente irá mudar ao crescer. 

Duas questões à parte» crianças mimadas e julgamentos em demasia:


Eu classifico como crianças mimadas aquelas que têm tudo e nunca dão valor a nada: uma casa enorme que lhes parece pequena, desconhecimento quanto ao passado mais "humilde" de algum pai ou pouca valorização do que este conseguiu ganhar, roupas, iphones, jogos, tardes inteiras no shopping e coisas que levem mais ao gasto do dinheiro do que ao seu acumulo. Não que eu esteja a dizer que quem tem possibilidades não possa comprar o que quiser - ótimo, ainda bem que podem gastar tanto quanto vos apetecer, quem me dera que toda a gente estivesse na mesma posição! (não, isto não foi ironia). Mas, se as pessoas crescem rodeadas por uma rotina consumista, que façam alguma coisa por isso: dedicarem-se à escola, a algum hobbie, aquilo que mais gostarem de fazer DE PRODUTIVO, ou seja, nada de passar horas em frente à televisão, e mesmo ler, por muito que aumente a bagagem cultural de alguém, de pouco vale neste ponto se a pessoa também não se dedicar a escrever. Mesmo que isso possa parecer não adiantar de nada no sentido de recuperar dinheiro, pelo menos não a curto prazo, quando alguém se dedica verdadeiramente a algo por bastante tempo acaba por valorizar essa atividade, pelo tempo e esforço que exige, e também por lhe apanhar o gosto. E se alguém entende o gosto por se dedicar à sua própria atividade, também entenderá o que outras pessoas sentirão quando às suas. Ir a parques, à praia e outros espaços ao ar livre, nem que seja apenas com o intuito de apreciar a viagem e se divertir, também ajuda as pessoas a se desapegarem. Ser minimalista também, e eu tenho um post com dicas no meu blog. 


Nem todas estas medidas se adequariam a toda a gente, eu estou apenas a generalizar, e compete a cada um descobrir o quê que lhe atrai mais (comigo, resulta bem a primeira alternativa, tenho montes de atividades como ler, escrever, desenhar, estudar, blogar, e não seria capaz de desistir de nenhuma delas). Enfim, esta coisa das crianças mimadas - e para adultos também vale - embate diretamente com o propósito da lista de que falei no começo deste texto. Talvez funcionem de forma diferente - na lista, as crianças portavam-se bem em troca de recompensas, aqui, os pais julgam que dar-lhes tudo fará delas grandes pessoas, que ficarão muito gratas e estarão dispostas a retribuir na mesma medida. Em ambos os casos, não se está a considerar a capacidade de as pessoas usarem o cérebro para praticar o bem por vontade própria. E é precisamente isso que devia ser cultivado - se fosse, a educação viria em consequência. 

A segunda questão é sobre como pessoas que, generalizemos, são mal educadas, julgam as bem educadas, e estas julgam as mal educadas de volta. Quem está certo? Ninguém. Quem é mal educado imagina que as pessoas bem educadas são cegamente obedientes e pouco interessantes, para não dizer "uma seca", o que em alguns casos até pode ser verdade, mas não em todos. As pessoas bem educadas, por sua vez, não gostam dos olhares trocistas que lhes são deitados e acabam não só por adotar um pensamento arrogante, como pensamentos demasiado superiores, no começo só por auto defesa, só para não se tornarem inofensivos nem se sentirem afetados, mas que acabam por se tornar normais em muita gente. Sim, a boa educação é a atitude correta. Considerar que o que certas pessoas fazem é de um comportamento deprimente como uma constatação, também é normal. Mas fazê-lo apenas porque se sente um gosto pessoal é uma forma pouco digna de descer ao mesmo nível, sem querer ofender ninguém quando digo isto. Além disso, ser respeitoso na aparência e desprezar os outros mentalmente é quase tão mau como agir de forma insultuosa abertamente. Há uma grande diferença entre discursos de ódio e liberdade de expressão (LINK), já a começar pelo tom de voz com que se fala, e eu realmente não gosto da primeira forma de discursar, mas engolir o que nos vêm à cabeça e acabar com pensamentos envenenados é ainda pior.


Eu sei que acabei de dizer que os julgamentos exagerados devem ser evitados, e se eles fossem evitados, não haveria nada insultuoso para se dizer, mas talvez não me tenha explicado bem. Se alguém faz um comentário grosseiro a outra pessoa, ela tem todo o direito de responder, aliás, pontos se a resposta for inteligente e encerrar o assunto sem recorrer a temas que não têm nada a ver com o comentário, insultos pessoais ou berros. Independentemente dos níveis de educação de cada um. Eu só não entendo como é que discordar da maneira de agir de alguém implique que se fale com essa pessoa, pelo resto da vida, de maneira irritadíssima ao ponto de deixar transparecer o quanto a desmerecemos. É divertido, é? E não me venham com coisas de "Eu só pararei de agir assim quando ele/ela também parar". Não quero saber quem começou, por muita razão que haja nisso tudo, pois não irá terminar com guerrilhas nenhumas. Alguém tem de dar o primeiro passo - resolvam os problemas entre vocês. 

Só estou a dizer isto porque normalmente parece haver uma nuvem escura entre pessoas com princípios diferentes, o que é um desperdício. Os mais "rebeldes" podiam ajudar as pessoas mais sérias a libertar-se, a divertir-se e importar-se menos com os próprios falhanços, sem forçar a barra. As pessoas mais educadas e sérias deviam tentar mostrar que ser bem educado não mata ninguém, não custa nada, e não implica por a boa disposição de lado. A ideia não é trazer ninguém para o nosso lado e sentir que temos inteira razão, apenas deve ser posta em prática pois as melhores soluções são alcançadas quando se considera os dois lados da moeda, e mais vale a pena cooperar e tentar amenizar o ambiente de tensão, já que em qualquer sociedade os opostos convivem. Este tópico não tem tanto a ver com a educação das crianças, tem mais a ver com as crianças já crescidas, principalmente às que se habituaram a um só tipo de ambiente e depois notam demasiado as diferenças. Também é uma atitude que os pais podem seguir para dar o exemplo aos filhos, e evitar que as crianças cresçam desprezando os vários grupos.


Eu realmente acredito que isto pode ser posto em prática e que mudaria o mundo para melhor. E eu sei que parece muito aluado, muito ingénuo da minha parte. Talvez seja mesmo, mas a verdade é que conheço meia dúzia de pessoas que foram mais ou menos educadas como eu e as suas atitudes também são muito parecidas com as minhas, então pelo menos há chances de resultar. Também sei que há crianças mais impulsivas ou com pouca vontade a ajudar, respeitar ou valorizar seja o quê ou quem for. Mas mesmo essas devem ter alguma solução, perdida entre as coisas que disse ao longo deste texto, e sem dúvida não é bater ou castigar.

Parece impossível que tenha começado a comentar uma lista que me frustrou e tenha acabado por escrever tanta coisa. Bem, se alguém ler e tiver alguma opinião, não é difícil comentar :)

Nota: os gifs não têm nada a ver com o post, coloquei-os porque foi muito difícil encontrar imagens que se adequassem ao meu ponto de vista, eram todas demasiado "cliché".


16 comentários:

  1. Como você consegue escrever tanto? Serio! Desculpa, mas pulei os últimos parágrafos, não por ter sido puxado, pelo ao contrario mais uma vez você conseguiu chamar minha atenção com sua escrita fabulosa (rsrs), na verdade não terminei por dor de cabeça (T.T). Pois bem, concordo com você, comprar o filho nunca é a melhor maneira de educar, na minha família e aprendi a economizar juntando o dinheiro da merenda da escola, não sei se esse foi um bom exemplo, mas...

    Tchauzinho e beijos.

    http://reinodosbrigadeirosoficial.blogspot.com.br/

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    1. Não se preocupe, eu entendo que tenha pulado o final, de qualquer forma o começo era o mais importante. Obrigada, eu esforço-me ao escrever, acontece que me empolguei demasiado ao escrever e... bem, se eu estivesse cansada e tentasse ler uma postagem deste tamanhão, provavelmente também não conseguiria. Claro, fazer certas negociações com os filhos ou mesmo dar uma palmada de vez em quando, se estes forem realmente umas pestes, não faz mal nenhum, o problema seria fazer disso uma regra absoluta. Jaa!

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  2. Entendo perfeitamente a sua ausência e bom, pelo menos você retornou para avisar lol, esperarei ansiosa pelo próximo post.
    Wow você escreve tipo muito bem. De verdade, eu me senti fascinada pelo que você escreveu. Concordo SUPER com o que você escreveu e (espero não ter sido a única) que leu até o final embora tenha lido em desordem.
    Novamente parabéns pelo texto e, embora um tanto grande, acho que se tirasse algo faria um cadiquinho de falta, então concordo com o tamanho dele.
    ~Sayo

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    1. Obrigada por entender :) Vou retornar o mais depressa possível.

      Sobre o post: Arigatou :3 Eu esforço-me mesmo por explicitar bem o que acho, mesmo assim, agora que reli, se calhar ainda podia ter esclarecido uma ou duas coisinhas. E eu penso como você: apesar do resultado do texto ser enorme, se encurtasse, perdiam-se coisas importantes. Fico muito feliz por você ter lido tudo e concordado, admiro a sua determinação ;)

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  3. Sua escrita é tão diva, maravilhosa *3* O texto ficou ótimo, mostrou um ponto de vista de algumas pessoas explicando para as que não tem o mesmo pensamento. Concordo com você, comprar os filhos não vai ajudar em nada e a "educação" que deveriam ter a partir deste método, nem ao menos vai existir. As pessoas mal educadas sempre causam brigas, mesmo que seja apenas aquela conversa infantil que gera opiniões diferentes, entretanto os bem educados bem que poderiam levar sua educação para quem não a tem, mas creio que isso não seja culpa das pessoas "boas", afinal já vi gente tentando mostrar educação e o outro partir com sete pedras na mão, dizendo ofensas e brigando sem motivo algum. É isso, o que nos resta é tentar levar educação pra onde não existe nem um pouco.

    Beijos :*
    aprendizes-da-lua.blogspot.com.br/

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    1. Muito obrigada >////< Eu tento sempre explicitar o que acho ao máximo. Claro que umas palmadinhas em crianças demasiado casmurras e birrentas não faz grande mal, e que se aceita uma o outra negociação de vez em quando, mas não se deve fazer disso uma regra. Certo, você tem razão, também não estou a dizer que as pessoas bem educadas têm culpa e, como eu disse, se tentarmos falar de forma civilizada e algum idiota partir precisamente com sete pedras na mão, merecem uma resposta à altura. Mas se eles estiverem apenas a brincar, ou até a tentar socializar com as pessoas mais bem educadas, não há motivos para mostrar frieza e querer afastar-se, como se eles tivesse alguma doença contagiosa. Era mais desse ponto que eu estava a tentar falar.

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  4. Yoooo beleza!?
    Confesso que fiquei um pouco triste ao saber do adiamento da resenha de Kuroshitsuji Ç.Ç, porém serei paciente e vou esperar calmamente u.u
    Sobre o post, pois é, o que comentar......você já falou tudo o que eu tinha em mente. Enfim, concordo que esse método de recompensar os filhos não seja a melhor da opções, uma vez ou outra, para situações mais especiais tudo bem, porém adotar isso na rotina acaba deixando as coisas meio complicadas, pois no futuro a pessoa só fará algo, ou só ajudará alguém se receber alguma coisa em troca, e isso não é ser educado, é ser, um tantinho aproveitador. Educação é algo realmente complicado, porém ocorre meio que ao natural, basicamente se a criança tiver bons exemplos não haverá problemas. Eu confesso que quando criança eu era bem capetinha e.e'', e sim apanhei algumas vezes (em certas situações tive que apenhar umas 3 vezes até aprender a lição e.e hehe), porém as coisas fluíram naturalmente (acredito que foi justamente por causa do bom exemplo que sempre recebi dos meus pais) e acabei tomando jeito nessa minha vida XD
    Ah minha mãe também contava histórias para mim, geralmente quando ela me secava após o banho. Ela contava uma história que ensinava a dividir as coisas com os outros (me lembro dela até hoje *u*).
    Sobre as crianças mimadas, acredito que seja resultado da ingenuidade dos pais, pois eles amam tanto seus filhos que acabam dando tudo o que eles querem para deixa-los felizes, mas acabam se esquecendo da velha frase "que amar não é só dizer sim, mas é dizer não também", acabam se esquecendo de dizer "não" em certos momentos com medo de que magoarão seus filhos, porém não percebem que impor limites é altamente necessário, principalmente para o futuro.
    Bem sobre pessoas mal educadas X pessoas bem educadas, nem tenho muito o que falar, até porque acredito que nunca convivi com alguém propriamente mal educado e nem com alguém propriamente bem educado, meus convívios são geralmente neutros, porém sei muito bem que onde há diferenças, por menores que sejam, haverá gente tretando ¬¬'', e um sempre se achará com mais razão do que o outro, é exatamente que nem as guerrinhas de fandoms (okss a comparação foi extremamente lixosa, porém é o que me veio na mente).
    Em resumo o melhor é ser meio termo, pois ser até mesmo completamente ducado e certinho possui suas desvantagens, afinal como a minha mãe sempre diz "Tudo que é em excesso faz mal"
    OBS: Amei os gifs >/////////<
    Kiss

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    1. Me desculpe por ter adiado, voltarei a resenhar em breve. E eu compreendo a falta de palavras, você é a minha clone por algum motivo ;) Exatamente como você disse (e agora receio não me ter explicado bem o suficiente no post), o melhor é mesmo esse tal meio termo. Uma palmada de vez em quando, se o filho for uma peste e tremendamente casmurro, desde que não seja muito violenta, também não faz mal nenhum. "Negociar", uma ou outra vez, também não. O problema é educar alguém somente à base disso. Não admira que muitas pessoas hoje em dia não gostem de filosofia, se foram apenas educadas desse maneira, pensar para quê? E sim, sobre as crianças mimadas, eu entendo que os pais gostem tanto dos filhos que lhes querem dar tudo, o que é ótimo, mas deviam deixar claro que há muita gente que não tem as mesmas condições, e que eles nem sempre terão tudo o que querem. Esse ditado foi muito bem lembrado, aliás. Finalmente sobre educados x mal educados, eu já estive em turmas onde a distinção era assustadora, mas fico contente porque na minha turma atual todos se dão bem uns com os outros. A propósito, a comparação é perfeita, é exatamente como guerras de fandoms, em que nenhum lado quer ceder alguns pontos ao outro. Pode usar os gifs, se quiser. Jaa!

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  5. Enquanto eu lia o texto, fui concordando. Antes eu achava que sim, era uma boa tática, mas você tem razão, é meio que uma compra, é falso. Eu odeio como alguns pensam que só batendo os pais podem educar os filhos, muito pelo contrário. Ok, um tapa de vez em quando tem que dar, principalmente quando tem uns quatro anos, mas depois... Filhos são humanos, tem suas próprias opiniões, tem seus próprios sentimentos e estilos. Adorei o texto ♥

    The Lord of Thrones

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    1. Eu tenho de confessar que admiro muito você por ser tão jovem e já ter pensamentos tão adultos. Quer dizer, eu nem sou assim tãaaaaao velha, mas com a sua idade, embora já tivesse alguns pensamentos fora do padrão, não o eram tanto como os seus. Fico contente por ter concordado. Claro que a tática funciona, mas não é a mais correta, até porque os filhos passarão a obedecer mais por receio do que por compreensão. Claro, como você notou, se os filhos forem umas pestes, só fizerem birra e assim, uma palmada (desde que não seja muito violenta) também não é assim tão má ideia. Desde que os pais não façam desse método um hábito. Ainda bem que gostou :)

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  6. Oie
    Adorei o post, mas não tenho muito o que comentar porque concordei com tudo que você escreveu. Eu acho que todos os pais deveriam educar assim, claro que as vezes quando o/a filho(a) faz muita merda(exemplo: eu) até merece um castigo, né? Mas acho horrível os pais baterem(baterem mesmo, sabe?) no filho, acho que aí um exagero, porque nada se resolve com violência.

    O post ficou ótimo<3
    Beijos! || Otaku Girl

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    1. Yoo! Fico feliz por ter concordado, e mais ainda por ter lido, admiro a sua coragem ;) Bem, claro que quando os filhos são uns casmurros e só fazem birras daquelas mesmo irritantes, até entendo uma palmada, mas é exatamente como diz, bater com imensa violência só os fará obedecer por medo, não por compreenderem as coisas. Arigatou :3

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  7. Você escreve tão bem *-* Adoro o FS por falar de assuntos tão variados, e o "textinho" ficou muito legal >< apenas de eu não ter lido tudo, haha.

    Beijos || www.oh-edition.blogspot.com.br

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    1. Arigatou :3 Não faz mal, eu já esperava que a maioria das pessoas não lesse até ao fim, empolguei-me e escrevi demais. Eu criei o blog precisamente com o intuito de falar de assuntos variados, ainda bem que está a dar resultado ^^ Desculpe não andar a comentar no seu blog, ando muito ocupada, mas comentarei assim que puder.

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  8. Gente, que layout é esse? Fala sério? É o layout de halloween mais criativo e perfeito que já vi, cara...genten :3 haha' tu escreve bem moça, serve mesmo para ser blogueira (vou pegar um emoticon lá embaixo para expressar as emoções heuhe) ㄟ(≧◇≦)ㄏ amei as imagens, a postagem, enfim, amei o conjunto da obra heue o/ Acho que existem vários métodos bons de educar as crianças, o mais eficaz é o da palmadinha heuheu "menino, larga esse brinquedo e vai almoçar antes que te dê umas coças" daí é tipo corre negada heuehu no instante geral fica educadinho heueueh o/ OBS: não ligue, só comento porcarias U_u

    Adolescente Nerd // Oficial (*^3^) bjoon

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    1. Haha, olá, você provavelmente nem se lembra, mas já chegou a visitar este blog há ano e tal. Quando os layouts não se comparavam. Mas, sinceramente? Eu até gostei do resultado como um lay de natal, mas acho que os seus são, eles sim, perfeitos. Principalmente porque você sabe criar templates escuros que fiquem bonitos - embora os lays rosa e azul também sejam perfeitos :3 Arigatou, eu esforço-me a escrever, o único problema é que as postagens tendem a ficar grandes de mais. Quanto a esse método, bem, uma palmadinha de vez em quando não faz mal, mas acho que, embora possa ser mais difícil, falar com as crianças e tentar convencê-las do que está certo ou errado é muito melhor do que fazê-las obedecer por medo. Não se preocupe, agradeço o comentário ^^

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